quarta-feira, 15 de março de 2017

Cinco personagens marcantes de Jane Austen

Bem, continuando o post sobre Jane Austen, resolvi fazer um top 5 com as personagens mais marcantes de seus romances, em minha opinião. Então vamos lá!

1 – Lady Susan


O romance epistolar de Jane Austen, “Lady Susan”, é o que se difere mais das outras obras da autora. Nele acompanhamos, através de cartas, a história de Lady Susan Vernon, uma viúva que adora intrigas e manipular as pessoas que a cercam. Quando se lê os tramites que Lady Susan planeja, como, por exemplo, o casamento de sua filha Frederica com um homem que ela não suporta, além do próprio casamento. Parece uma personagem detestável, não? Em minha opinião, Lady Susan é sim, detestável. Mas, ao mesmo tempo, é impossível não dar boas risadas com as falcatruas dela, e admira-la por fazer o que bem entende.


2- Elizabeth Bennet

Bem, quem já leu Jane Austen alguma vez na vida, sabe que uma das personagens mais famosas é a tal da Lizzie Bennet, de “Orgulho e Preconceito”. Vinda de uma família com cinco filhas, uma mãe com os nervos problemáticos e um pai indiferente, Elizabeth é aquela personagem que já te encanta na primeira aparição. A moça prefere ler livros a fazer fofoca sobre a sociedade, é sarcástica e fala o que pensa, não importa para quem.

3- Fanny Price

Tem muita gente que lê “Mansfield Park” e acha chato, paradão demais e entediante. A estória em si é devagar, demora um pouco para trazer fortes emoções, mas não deixa de ser incrível. E Fanny, a personagem principal, faz parte desse processo lento. Nascida em uma família pobre, aos dez anos é “adotada” por uma tia e um tio ricos, e passa a viver com eles em sua mansão. Fanny é introvertida, com frequência é esquecida pelos demais personagens, e é tratada como uma criada pela tia ricaça. Além disso, é apaixonada por um primo que não a enxerga. A história dela é dramática, mas Fanny não se deixa abater. Apesar de raramente falar alguma coisa, seus pensamentos demonstram a inteligência e força que ela possui.

4- Emma Woodhouse

Em “Emma”, Jane Austen decide trazer o outro lado da moeda; uma personagem mais rica, bonita, e fútil, daquelas que vemos em todos os seus romances como antagonistas. Em Emma, a protagonista é que tem essas características. Emma gosta de manipular as pessoas, acha que tem direito de fazer o que quiser, e comete vários erros. Diz que nunca irá se casar, pois se acha incapaz de se apaixonar por alguém, mas, ao mesmo tempo, gosta de fazer a “casamenteira”. Ela é aquela personagem que você pode chegar a odiar, por ser fútil e superficial. No entanto, Emma consegue atrair o interesse, e demonstra que o “outro lado” não é de todo mal.

5- Anne Elliot
Quando li “Persuasão” achei Anne uma personagem interessantíssima. Ela tem um pouco das características de todas as personagens de Austen; a introspecção de Fanny, a riqueza e boa posição de Emma, a inocência de Catherine, e a firmeza de Elizabeth. Ela é tudo isso junto, em forma de uma mulher com muito a mostrar, mas com poucas chances para tal. Ela vem de uma família rica, que estava a beira da falência, por causa dos gastos abusivos do pai e da irmã, já tinha sido noiva e ainda guardava uma paixão secreta. Vemos o desenvolver da personagem, a forma como ela consegue ser gentil e resolver todos os problemas com razão.



E você? Faria uma lista diferente? Comente suas opções! 
Read More

domingo, 12 de março de 2017

Semana da Mulher: Jane Austen

Bom, é domingo, então chega aqui o ultimo post sobre minhas autoras preferidas – apesar de ainda não ter escrito sobre nem metade delas. Mas não tem problema; aqui todo dia é dia da mulher, e toda semana é especial.

Jane Austen não será a ultima autora a ser mencionada aqui, mas tive que escolhe-la para fechar com chave de ouro. Ela é minha autora preferida, e quem me conhece sabe da minha paixão por ela. Conheci há muitos anos, após ver o filme “Orgulho e Preconceito”, de Joe Wright. Confesso, sou amo esse filme, apesar das diferenças com o livro. Enfim, descobri que era baseado em um livro, e que uma amiga minha tinha um livro da mesma autora. Peguei para ler. Era “Razão e Sensibilidade”, o primeiro livro que ela publicou.

Não digo que foi com “Razão e Sensibilidade” que comecei a me apaixonar por Jane; foi com “Orgulho e Preconceito”, que, para mim, é um dos melhores livros dela, seguido por “Mansfield Park” e “Lady Susan”.

Enfim, vamos falar sobre essa mulher que não conheço pessoalmente, mas considero pra c*ralho. Jane Austen nasceu em 1775, na Inglaterra. Era filha de um reverendo e uma dona de casa, tinha seis irmãos e uma irmã – Cassandra. Sua família não era rica; além de ser reverendo, o pai, George, dava aula particular para crianças, como renda extra. Aos oito anos, Jane e Cassandra foram mandadas para uma escola para mulheres, mas tiveram que sair devido à falta de condições financeiras de sua família. Contudo, continuaram a estudar junto a seus irmãos, em casa.

Apaixonada por literatura, Jane começou a escrever suas próprias histórias. A principio, apenas parodias, contos e ensaios, aos quais ela não tinha intenção de publicar. Em 1795, começou a escrever “Razão e Sensibilidade”, e, assim que terminou, começou “Orgulho e Preconceito”. Assim que este foi terminado, Sr. Austen escreveu para um editor para publica-lo. Infelizmente foi rejeitado, mas Jane não perdeu as esperanças. Continuou a escrever, terminando “Razão e Sensibilidade” e começando “A Abadia de Northanger”. Em 1811, Jane conseguiu publicar “Razão e Sensibilidade”. Graças ao sucesso de R & S, Jane teve apoio para publicar todos os seus demais romances.

Tornou-se uma das autoras inglesas mais renomadas, e, uma das mais importantes; com sua coragem para publicar seus livros – em uma época em que o lugar da mulher era em casa, com os filhos -, Jane abriu espaço para muitas outras autoras que lhe seguiram, como as irmãs Brontë, Virginia Woolf e Katherine Mansfield, e mostrou que não apenas homens poderiam escrever bem e serem reconhecidos por isso.

Os homens tiveram todas as vantagens em relação a nós no que diz respeito a contar sua versão da história. Eles tiveram uma educação muito mais refinada; a pena sempre esteve em sua mão. Não vou aceitar nenhuma prova tirada dos livros.
- Persuasão


Read More

sábado, 11 de março de 2017

Semana da Mulher - Chimamanda Ngozi Adichie


Ouvi falar de Chimamanda Ngozi Adichie em um grupo de leitura de mulheres, o leia mulheres. O livro que tínhamos decidido ler foi o “Sejamos todos feministas”, no qual Chimamanda faz um resumo do que feminismo é e sua importância para a sociedade.

No livro, o qual é uma versão escrita da palestra que ela deu no TedxEuston¹, ela começa dando um relato pessoal sobre sua relação com o feminismo. É interessante ler como uma pessoa ouviu falar sobre o feminismo, ou como isso afetou sua vida; na de Chimamanda, tudo começou com um comentário nada elogioso de seu melhor amigo, em que ele diz “você é feminista”, como se fosse algo ruim. Antes disso, Chimamanda nunca tinha ouvido falar do termo antes.

Nascida na Nigéria, em 1977, filha de um professor e de uma administradora, e cresceu em Nsukka – em uma casa que tinha sido ocupada pelo escritor Chinua Achebe. Como seu pai era professor na Universidade da Nigéria, Chimamanda estudou na escola de lá. Estudou medicina e farmácia, além de editar uma revista da universidade, chamada The Compass, para estudantes de medicina.

Aos dezenove anos, mudou-se para os Estados Unidos, onde conseguiu uma bolsa de estudos para estudar comunicação, na Universidade da Filadélfia. Além disso, estudou ciência politica na Eastern Connecticut State University. Quando se formou, Chimamanda resolveu fazer mestrado em escrita criativa, em Baltimore.

Começou a escrever seu primeiro romance, “Hibisco Roxo”, quando estava em seu primeiro ano na Universidade de Connecticut; o livro foi publicado em 2003, e foi aclamado pela critica. Além deste, Chimamanda também publicou “Meio sol amarelo”, “Americanah”, alguns contos e, claro, ensaios, como “Sejamos todos feministas” e “Como educar crianças feministas”.

Chimamanda é fortemente envolvida com o movimento feminista, e discute questões de gênero, racismo e xenofobia.  


“O problema com a questão de gênero é que ela dita como nós devíamos ser, ao invés de reconhecer como nós somos. Imagine como seríamos mais felizes, o quão livres seríamos para sermos nós mesmos, se não tivéssemos o peso das expectativas de gênero.”
- Sejamos todos feministas, p. 36.

Fonte
Read More

sexta-feira, 10 de março de 2017

Semana da Mulher - Katherine Mansfield



Conheci Katherine Mansfield também na faculdade – como muitas autoras que amo hoje em dia -, com seu conto “A casa de boneca”. Foi apenas um conto, mas foi o suficiente para poder prender minha atenção e me fazer ter vontade de procurar por mais.


Katherine nasceu na Nova Zelândia, em 1888, em uma família abastada. Passou um tempo na Inglaterra, por causa do trabalho do pai, e lá estudou na Queen’s College; também lá conheceu uma grande amiga, Ida Baker. Infelizmente, teve que voltar para a Nova Zelândia, onde começou a escrever histórias. Voltou, mais tarde, para Londres sozinha.

E aí que as coisas ficam interessantes em sua vida. Não é muito difícil ler sobre a vida de algumas autoras e descobrir que não só suas personagens são incríveis. Katherine tinha um estilo de vida boêmio, pouco convencional. Engravidou, casou-se e deixou o homem no mesmo dia, e foi mandada para a Alemanha para ter a criança. Sofreu um aborto, escreveu as suas primeiras histórias que foram publicadas, e voltou para Inglaterra.

Uma vida um tanto agitada, se pararmos para pensar como as coisas funcionavam naquela época. Katherine inclusive chegou a ser amiga e rival de Virginia Woolf - ambas participavam do mesmo grupo de artistas. Com toda essa experiência, não é de se surpreender que suas personagens sejam mulheres que tem um estilo parecido com o seu; mulheres que pensam por si próprias, que são artistas, mães, esposas, mas, ao mesmo tempo, livres.

Com tudo isso, entendemos que Katherine foi uma artista a frente de seu tempo; era mulher, sabia que, por causa disso, muitas coisas eram esperadas de si. No entanto, Katherine sempre se manteve fiel a suas convicções e ideais.

Como ela mesmo diz, “Eu quero ser tudo que sou capaz de me tornar.” E foi. 


Read More

quinta-feira, 9 de março de 2017

Semana da Mulher: Hermione Granger, a força de J.K. Rowling



Para quem não sabe sobre a vida da autora da série Harry Potter, não deve imaginar o quanto de dificuldades passou antes de ter a ideia sobre o menino bruxo em uma estação de trem. Com a mãe doente e morrendo jovem, vivendo num país longe com um marido violento, fugindo com a filha de Portugal de volta para a Inglaterra, vivendo com auxílio do governo e escrevendo num café pequeno foi onde J.K. construiu o protagonista Harry Potter com as suas “fraquezas” e medos.
Harry era um garoto que vivia com uma família que o maltratava e que foi apresentado para outra realidade onde um trem o levava para a felicidade, a libertação de tantos dias ruins. Era isso o que ela pensava quando olhava os trens passando esperando o seu para voltar para casa.
Sua depressão foi representada com os dementadores, criaturas horrendas e frias com hálito de morte, que guardam os muros de Azkaban e se alimentam de memórias felizes. Uma grande amizade que teve quando jovem ganhou vida na pele de Ron Weasley e, outros tantos representações e símbolos retratam muito sobre esta grande autora.
Mas não é sobre as “fraquezas” dela que irei falar hoje, mas sim sobre a sua força projetada em uma das personagens mais carismáticas e amadas pelo público: Hermione Granger.
A garota sabe tudo, antissocial, prepotente… Hermione ganha brilho já no primeiro livro, aos onze anos, mostrando sua eficiência e inteligência indo para um mundo novo já preparada. Mesmo que tenha vivido com trouxas, assim como Harry, Hermione não deixou ser atingida pela ignorância e correu atrás de todo o material que conseguiu para saber mais sobre o mundo bruxo e se destacar até mesmo sobre as crianças nascidas com puro sangue.
Hermione é aquela que acredita em suas convicções, que não desanima e lidera os amigos apesar de não ser a protagonista. Ela quem organiza, quem dá as chaves para as revelações, quem consegue as mais brilhantes formas de escapatória e vira horas na biblioteca querendo sempre saber mais.
Ela é coragem, a característica dos grifinórios, mesmo que ela atribua esta qualidade à Harry e diz que tudo em si são só livros, isso é refutado com sua grandiosa participação em todas as aventuras nos sete livros.
Hermione é justa. Se apetece pelas causas dos mais fracos, não guarda verdades na língua, não deixa que a menosprezem - nem que tenha que argumentar com um belo soco no nariz.
Ela não pega as glórias para si, sabe que não precisa de status. Todos a vêem como ela realmente é:
Das bruxas da sua idade, você é a mais inteligente que eu já conheci.”

Dizem que se Hermione fosse a protagonista, já teria derrotado Voldemort no segundo livro e no terceiro seria ministra. Pelos contos publicados depois sobre a vida adulta deles, percebe-se que ela tem um cargo mais alto que de seu melhor amigo e de seu marido.
Hermione é exemplo para muitas garotas, uma bela referência que teve seu destaque na pele da igualmente incrível Emma Watson nos cinemas.


Para mim, Hermione é a força de J.K. Rowling. Enquanto Harry representa seus medos e seu passado, Hermione é a sua garra e seu presente/futuro. Aquela que não tinha sangue para ser grandiosa, mas acabou fazendo história com a sua própria luz.
Read More

quarta-feira, 8 de março de 2017

Semana da Mulher: Virginia Woolf



Não tem como falar de autoras inspiradoras e não mencionar Virginia Woolf. A primeira vez que ouvi o nome dela foi com um professor de literatura que dizia que o hamster dele tinha esse nome; fiquei, então, curiosa para saber quem era a mulher por trás daquele nome, lógico. E, assim, fui pesquisar.

E digo a vocês que é muito difícil pesquisar sobre a Virginia (minha amigona do peito) e não arregalar os olhos; difícil não ficar admirada. Então, decidi trazer um pouco sobre ela para que vocês também tenham essa mesma sensação.

Nascida em 1882, em uma casa com pais legais (a mãe era enfermeira e escreveu um livro sobre, o pai era historiador), já nova Virginia começou a escrever. Fez um jornal sobre sua família, ao qual ela chamava de “Hyde Park Gate News”; se aproximou da literatura, através dos estudos que tinha em casa. E, aos trinta e três anos, publicou sua primeira obra: “A Viagem”. Depois disso, Virginia deslanchou. Publicou mais oito romances, vários contos, ensaios, diários e cartas. Enfim, logo se tornou uma autora renomada.

Ela era incrível, sim. Mas não só suas obras me encantam nessa mulher. A vida de Virginia, como mulher e escritora, não foi fácil. Foi abusada por dois de seus meios- irmãos ainda na infância, como relatou em       “A Sketch of the Past; foi feminista assumida. Escrevia ensaios sobre feminismo, sobre autoras, sobre mulheres; participou de movimentos feministas da época, e falava sem ter medo de ser crucificada por suas opiniões. Havia, também, um lado conturbado em sua vida. Teve depressão, considerada uma “doença dos nervos” na época. Casou-se com Leonard, por quem nutria um amor sincero. E, por fim, suicidou-se.

Uma história trágica, mas que não passou em branco; Virginia, com toda a sua determinação, força, e, claro, talento, abriu espaço para muitas mulheres que vieram depois dela. Com seus textos, expos a sua opinião sem medo ou vergonha. Para mim, uma modelo a ser seguida.
Para terminar, deixo aqui uma frase que particularmente adoro:

A indiferença do mundo, que Keats, Flaubert e outros homens geniais achavam tão difíceis de suportar, não era, no caso dela, indiferença, mas hostilidade. O mundo não dizia a ela, como dizia a eles: 'Escreva se quiser, não faz a difereça para mim'. O mundo dizia, gargalhando: 'Escrever? O que há de bom na sua escrita?- Um teto todo seu, p. 78.

Fonte 
Read More

terça-feira, 7 de março de 2017

Semana da Mulher: Charlotte Brontë

Uma semana bem especial chegou. O dia das mulheres está ai, e, sendo assim, não podia deixar de ser mencionado aqui no blog. Decidi escolher algumas de minhas autoras favoritas para falar sobre; e, para começar, temos Charlotte Brontë.

Admito, com muita vergonha, que só fui saber quem as irmãs Brontë eram na faculdade. Tinha ouvido falar de Emily Brontë, afinal, Crepusculo popularizou bastante “Morro dos ventos Uivantes”. No entanto, naquela época, ainda adolescente, mal sabia que ela tinha duas irmãs igualmente incríveis. Enfim, conheci Charlotte, de verdade, na faculdade. Estudamos um trecho de Jane Eyre, e logo me cativou.

Charlotte Brontë nasceu em 21 de Abril de 1816, em Yorkshire. Bem no inicio da era Vitoriana, o que certamente reflete nos livros dela. A família era grande – além das irmãs, tinha um irmão -, tinham uma vida que poderia ser considerada confortável para a época.

Charlotte teve oportunidade de estudar em uma escola, o que era bem raro para as mulheres da época (vide Jane e Cassandra Austen, que começaram a estudar, mas tiveram que parar), e também era educada em casa; acabou, por fim, se tornando professora e governanta.

Quando se lê sobre uma pessoa que viveu em uma época em que mulheres eram puramente mães e esposas, a admiração por ter se destacado e saído do padrão é imensa. Afinal, foi a partir de mulheres como ela que o feminismo começou.
Charlotte e suas irmãs, então, resolveram dar um passo ainda maior. Escrever e publicar seus escritos. Pois então, assim começa a carreira de Charlotte, com sua primeira publicação sendo “Jane Eyre”.

Ah, Jane Eyre. Não consigo falar deste livro sem suspirar. É um dos mais famosos de Charlotte, e, certamente tem motivos para isso. Mas o objetivo não é falar sobre a obra – teremos tempo para isso -, e sim da mente brilhante por trás dela. Além de “Jane Eyre”, Charlotte também publicou “Shirley”, “Villette” e “O Professor”, todos sob o pseudônimo de Currer Bell (um nome masculino). Além desses, Charlotte também tem vários contos.

Infelizmente (porque essas pessoas podiam ser imortais), Charlotte faleceu em 1855. Não sem deixar um legado para trás, e, claro, influenciar milhares de autoras que vieram depois dela e das irmãs.

Para terminar, deixo aqui a minha citação preferida, e com a qual tenho mais afinidade.

“Eu não sou um pássaro e nenhuma rede me enlaça. Eu sou um ser humano livre com vontade independente.”
- Jane Eyre

Fonte


Read More